Geral Lazer Meio Ambiente

O Triste Rebaixamento da Amazônia Paulista

O Turismo é outro fator de alto potencial na cidade, mas, está estacionado, sem frentes adequadas. A cidade sequer detém capacidade para exploração nacional, quanto mais uma investida a nível internacional. Reviver certas iniciativas como a que já houve no passado, onde Itanhaém foi classificada como sendo uma cidade irmã de Marbella – Espanha, pode ser um bom começo, desde que atrelado a um projeto de qualificação, revitalização dos pontos turísticos, investimentos em infraestrutura, markenting, entre outros.
São idéias que precisam fomentar e se transformar em realidade, trazendo recursos para o município. Assim, o cidadão pode desfrutar de uma qualidade de vida melhor, no paraíso natural que é Itanhaém.
Os projetos apresentados pelo Governo Municipal, em evidência, não tem subsistência, são aleatórias, quase sempre com foco diminuto, pra não dizer direcionado. Um exemplo, se viu com a veiculação de uma apresentação na internet, em 3D, da construção do Parque Amazônia Paulista. Ficou claro, a falta de percepção com a realidade, pois, trata-se de uma área de clama por atenção há anos. As características similares a região amazônia, são naturais e chamou à atenção de brasileiros e até de outras pessoas do mundo, em razão da similariedade com a região amazônica, tanto, que levou o nome que é conhecido, ou seja, “Amazônia Paulista”.
Ignorar sua importância natural já não é nada bom, agora, usar o nome que hoje, seria um patrimônio da cidade, e usar num “campão” de futebol, é mais um dos truques de marketing, visando dar ênfase a um governo que não fez a lição de casa e ainda quer passa uma boa imagem a pessoa de seu apoio, nas eleições futuras.
Bom ratificar que Itanhaém é muito mais do que isso, e se faz necessário ter consciência que é preciso de gestores compromissados com o povo e saibam como eles vivem, como sentem, como querem as mudanças. E, não é dentro de um gabinete, num envólucro, que mesmo sem a pandemia do covid 19, já se vivia há anos em isolamento da população.

“Não há dúvida que Itanhaém tem alto potencial turístico. O que falta para explorar esse segmento, bem como abrir frente para outros segmentos capazes de gerar bons resultados, é uma gestão com visão diferenciada. Um exemplo, ao invés de transformarem a região do Jardim Coronel, que já é conhecida como Amazônia Paulista, criando uma legislação apropriada para a preservação, estão transformando um antigo campo de futebol (o campão), num chamado “parque”, e pior, colocando o nome de “Amazônia Paulista”. Em outras palavras, estão matando o nome, sendo que poderia se tratar de um projeto muito maior e mais viável, incluindo a exploração do turismo ecológico ambiental, indígena, aventura, rural, etc. Tudo bem, que será mais um novo centro de lazer no centro, mas, me desculpem-me, minha visão é mais do que isso”, ressaltou Cesar Lima.

Ainda na questão “turismo”, mesmo com o potencial natural existente, há um grande trabalho a ser feito. E, até agora ninguém o fez.
O projeto Smart Ville Itanhaém, do Grupo Ceimbra, pode ajudar a alavancar esse segmento, pois trata-se da construção de um polo com 21 complexos, no montante de 3 bilhões de reais, gerando 30 empregos e uma renda mensal ao município de 385 milhões reais. Além do mais, supre a necessidade de um bom hotel, hospital, shopping center, centro de exposição, condomínios de alto padrão, agronegócio, torre de business, universidade, etc.
São condições que faz o município subir para uma classificação aceitável a nível nacional e internacional.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *